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O processo do Design

by João Alexandre on December 9, 2011

in Teoria geral

O Processo de Design

E o nosso papel como Designers



O design é normalmente a resposta a uma necessidade e envolve uma certa quantidade de planeamento. Os parâmetros podem nem sempre ser claros, pois os clientes podem ter alguma dificuldade em definir exactamente as suas necessidades. O designer gráfico é normalmente contratado para trazer a sua capacidade criativa individual e compreensão prática para resolver um determinado problema.

Conhecer bem o negócio do cliente é uma parte importante da fundamentação do processo criativo. Isto pode, muitas vezes, ser feito com o simples facto de ouvir e aprender com os clientes, que conhecem os seus própriosnegócios a fundo. Por vezes, um cliente pode ser convencido a eleger um produto ou serviço mas, após uma análise cuidada da reunião pelo designer, uma perspectiva nova pode surgir como sendo a mais adequada às necessidades reais, e não às transmitidas, do cliente.

É fundamental o designer fazer uma avaliação profunda do tamanho e complexidade do trabalho e do orçamento necessário. É pouco aconselhável iniciar um projecto de design de identidade corporativa sem primeiro acordar os elementos específicos que vão necessitar de uma avaliação de design (é um logótipo ou um cabeçalho de papel de carta ou irá também surgir uma necessidade de analisar a embalagem, sinalética dos veículos e uniformes, um sistema de sinalética, web site, flyer, design do manual de normas?).

Até um projecto de design de pequena escala pode implicar trabalho inesperado, como ter de incluir por exemplo um diagrama demasiado complicado. É importante que se coloquem questões preliminares, como a execução e calendário de qualquer processo de produção, desde a conclusão do trabalho criativo preparatório, antes de ser definido e acordado com o cliente um calendário realista. É importante ter em mente que estas fases de planeamento inicial são todas essenciais ao processo de design gráfico.

Quando se trata do elemento criativo do processo de design, o lápis, o papel e o software são bens essenciais. O papel e o lápis são ferramentas básicas valiosas para o designer gráfico, pois torna-se mais fácil é menos restritivo e é mais criativo desenhar ou fazer rabiscos das ideias em papel e só depois passar para o software.

Seja qual for o ponto de partida é importante que a perspectiva criativa seja baseada na reunião com o cliente. Encontrar e avaliar as necessidades do cliente são passos necessários para a criação da ideia que o irá ajudar a manter uma ligação razoável entre o briefing resultante da reunião e mesmo as perspectivas mais desviadas. Uma ou mais palavras, imagens ou pontos-chave devem emergir da análise.

Estes podem ser utilizados como base para rápidas, mas intensas, sessões de brainstorming, em papel, para ajudar a que comecem a fluir ideias e associações. Seja qual for o método que utilizar é importante reconhecer o valor do desenho como ferramenta para a reflexão e exploração visual.

Pensar através do desenho concentra a mente e, como raramente resulta em ideias terminadas ou resolvidas, podem surgir caminhos alternativos para exploração, permitindo que apareçam descobertas felizes pelo caminho. Por este motivo anote qualquer pensamento ou ideia que lhe venha à cabeça, seja a sua relevância clara ou não.

As ideias desenhadas ou rabiscadas no papel ou ecrã devem ser guardadas e aquelas com potencial devem ser pesquisadas e mais desenvolvidas, sem lhes impor demasiados limites. Apesar das ideias serem geradas pelo intelecto criativo, precisam normalmente de alguma forma de referencia onde se baseiem, já que nem sempre podemos confiar na imaginação com exactidão. O acesso à Internet é bastante útil neste aspecto, já que oferece um vasto armazém de conhecimento e referências visuais que podem estimular o processo de criação de design. As ideias devem ser bem exploradas até estarem completamente resolvidas e toda a pesquisa deve ser guardada pois, muitas vezes, pode resultar em ideias diferentes que vale a pena seguir.

Uma vez aprovadas as ideias iniciais ou acordadas as alterações, pode ser aperfeiçoado e finalizado o design pormenorizado para cada aspecto do trabalho, antes de ser preparado para a produção.

Todos os processos de produção implicam diferentes níveis de execução por parte do designer, mas terá inevitavelmente de preparar os ficheiros para produção gráfica. O conteúdo dos ficheiros digitais deve estar correcto em todos os aspectos, com a informação do tipo e da imagem fornecida correctamente, por último, mas não menos importante é fundamental desenvolver uma boa relação de trabalho com a gráfica e assegurar que existe uma indicação clara e compreensão da responsabilidade.

Não se deve partir do princípio que tudo o que é criado digitalmente será perfeito é importante ver provas de todo o trabalho de impressão, independentemente de ser um trabalho pequeno ou grande.

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