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História de 10 Logótipos sobre comida

by João Alexandre on November 11, 2010

in Análise logotipo

10 famosos Logos de comida

E a sua história


Morton Salt

Morton Salt, como o seu nome claramente indica fabrica sal. A empresa surgiu como uma pequena agência de vendas em 1848. Em 1889, Joy Morton comprou uma grande fatia da empresa e em 1910 mudou o nome para Morton Salt Company.

A Umbrella Girl Morton começou a sua carreira em 1914. O logótipo foi produzido como parte de uma série de anúncios na Good Housekeeping. O conceito era que Morton Salt – ao contrário do sal comum – quando derramado não tem grumos, mesmo num clima húmido. A companhia acrescentou carbonato de magnésio como agente absorvente para garantir que o seu sal de mesa não ficava com grumos.

No início, a agência de publicidade sugere como slogan da empresa “flui livremente”, “corre livremente”, “Derrama” e finalmente “nunca chove, mas transborda”. Morton achou que era demasiado negativo, e o slogan foi alterado para “When it Rains it Pours.”

Logotipo Norton Salt

Logótipo Norton Salt


Heinz 57 Varieties

Já alguma vez se questionou por que a garrafa de ketchup Heinz tem no rótulo “57 variedades”?

Enquanto andava de comboio em Nova York em 1896, Henry John Heinz observou um anúncio para “21 estilos de sapatos”. Ele pensou que era uma maneira inteligente de divulgar o grande número de opções de alimentos enlatados e engarrafados que a sua empresa vendia. Naquela época, a empresa já vendia mais de 60 itens, mas Heinz juntou o número “5″ (o seu número da sorte) e o “7″ (o número da sorte da esposa) para obter “57 variedades”.

Este número deve ser muito sortudo, porque H.J. Heinz Company cresceu para ser um gigante na indústria de alimentos. Actualmente vende mais de 5.700 variedades em 200 países.

Logotipo Heinz 57 Varieties

Logótipo Heinz 57 Varieties


Jolly Green Giant

Em 1925, Minnesota Valley Canning Company queria comercializar as suas ervilhas em conserva (uma variedade particularmente grande de ervilhas), então surgiu com uma mascote incomum: um gnomo cinza mal-humorado, vestido com uma pele de urso desalinhada, inclinando-se e carrancudo. Se isto não parece uma mascote o que levaria alguém a comprar os produtos.

Assim, a empresa contratou uma agência de publicidade para renovar a imagem da mascote. Um anúncio com um homem jovem chamado Leo Burnett (que mais tarde se tornou uma lenda na publicidade) foi-lhe atribuída a tarefa de mascote e surge renovado como um gigante verde sorridente vestido com uma túnica, usa uma grinalda e botas feitas de folhas. Também é chamado de “Jolly”.

O Gigante Verde foi uma campanha de marketing tão bem sucedida que em 1950 a empresa mudou o seu nome para Green Giant.

O primeiro anúncio de TV da empresa em 1953 apresentou o Gigante Verde como um fantoche no vale e dizia ” fo fum fi fe.” O que eles não previram foi o quão assustador este fantoche foi para as crianças. Escusado será dizer que não continuaram com os anúncios.

Em 1978, a cidade de Blue Earth em Minnesota, colocou a cerca de 17 m de altura a estátua do Gigante Verde Jolly em fibra de vidro para dar as boas-vindas aos visitantes do local.

Green Giant

O Jolly Green Giant original de 1953

Logotipo Green Giant

Logótipo Green Giant


La Vache qui Rit

No final da I Guerra Mundial, um queijeiro francês chamado Léon Bel tinha muitas sobras de queijo comté, gruyere, e emmental, decidiu então derretê-los para criar um novo tipo de queijo.

Em 1921, Bel viu um caminhão de carne chamado de “Wachkyrie”, depois “Valquírias”, as criaturas da mitologia nórdica que determinam os vencedores na batalha, e pensou que daria um bom nome para o seu queijo. Bem, na verdade um trocadilho do nome: La Vache qui Rit (“A Vaca que Ri”). Bel contratou Benjamim Rabier, que mais tarde se tornou um artista famoso de desenhos animados, para desenhar o logótipo da vaca a rir.

O logo original La Vache qui Rit não se estava a rir, também não era vermelho e não usava os brincos de queijo minúsculos. Bel pediu ao seu impressor Vercasson para fazer as mudanças – mas isso não é tudo o que Vercasson fez, ele também registou o design “Red Cow”. O que fez com que Bel fosse forçado a pagar pelo direito de usar o seu próprio logotipo.

Se olhar atentamente para o brinco da vaca, verá que os brincos são um pacote do queijo de La Vache qui Rit, com uma imagem da vaca vermelha.

Mas porque é que a vaca está a rir? (Na verdade, esse é o lema do queijo) Já que o La Vache qui Rit é vendido em mais de 90 países, com 125 porções do queijo consumidos a cada segundo em todo o mundo – parece que a vaca está rindo a caminho do banco!

Logótipo La Vache qui Rit

Logótipo La Vache qui Rit (A vaca que ri)


Aunt Jemima

Em 1889, Chris Rutt e Charles Underwood desenvolveram uma panqueca. Tudo o que eles precisavam era de um nome. Uma noite, Rutt ouviu uma música chamada ” Old Aunt Jemima”, e assim nasceu “Tia Jemima Manufacturing Company”.

Um ano depois, a dupla vendeu os seus negócios para R.T. Davis, que trouxe a Aunt Jemima à vida – literalmente – a contratação de Nancy Green, uma ex-escrava para dar a cara ao logotipo. Green retratou Aunt Jemima durante trinta anos até à sua morte em 1923. A campanha de Davis foi tão bem sucedida que as pessoas pensavam que a Aunt Jemima era uma cozinheira real do Sul que surgiu com a receita da panqueca. Desde então, mais seis mulheres retrataram a cozinheira jovial.

O autor Marilyn Kern-Foxworth no seu livro Aunt Jemima, Uncle Ben, and Rastus, chama a Aunt Jemima “a mulher mais agredida na América” – e o retrato dessa personagem certamente reflectiu a mudança social que o país atravessou nos últimos anos. Na década de 1950, a “Mammy” preta com um lenço na cabeça foi criticada como sendo um retrato desactualizado e negativo das mulheres Afro-Americanas. Como resultado, a Quaker Oats Company (que comprou a empresa e a marca em 1926) modernizou a imagem da Aunt Jemima, no seu 100 º aniversário, a empresa transformou-a numa mulher mais jovem, mais fina, bem vestida com um brinco de pérola e sem lenço. O sorriso brilhante e quente, no entanto, permanece.

Logotipo Aunt Jemima

Logótipo Aunt Jemima


Betty Crocker

A história de como Betty Crocker surgiu é bastante interessante. No início dos anos 1920, a Washburn Crosby Company of Minneapolis, (uma grande empresa de moagem que mais tarde se fundiu com outras empresas para formar a General Mills) recebiam muita correspondência com perguntas acerca da cozedura.

Em 1921, a companhia pensou que seria melhor assinar a correspondência pessoalmente, os administradores combinaram o sobrenome de seu director, William Crocker, com o primeiro nome de “Betty” (escolhido porque “soava alegre, querido e amigável.”) A famosa assinatura da Betty Crocker foi escrita por uma secretária da empresa que ganhou uma competição.

Em 1924, Betty Crocker estreou-se no rádio (on the nation’s first cooking show). Em 1936, Betty Crocker tem um rosto: a artista Neysa McMein reuniu todas as mulheres na casa do General Mills e criou um rosto. Durante as próximas oito décadas, Betty teve várias reformas, para actualizar o seu aspecto, para que este se ajustasse aos tempos.

Logotipo Betty Crocker

Logótipo Betty Crocker


Chef Boyardee

Existiu de facto um Chef Boyardee, o seu nome era Ettore Boiardi (1897-1985). Boiardi imigrou para os Estados Unidos quando tinha 16 anos e trabalhou como chef de cozinha no Hotel Plaza em Nova York. Quando Chef Boiardi abriu o seu próprio restaurante, muitos dos seus clientes pediam doses extras do seu molho de esparguete, para levarem para casa, assim ele abriu uma fábrica para poder acompanhar todos os pedidos. Para ajudar os americanos a pronunciar o seu nome correctamente, deu o nome de Chef Boy-Ar-Dee à sua marca (mais tarde a empresa retirou o hífen).

Logotipo Chef Boyardee

Logótipo Chef Boyardee


Sara Lee

Em 1932, Charles W. Lubin juntou o seu dinheiro com o do seu cunhado para comprar uma pequena cadeia de padarias denominada Community Bake Shops. Quando ele saiu com uma nova linha de cheesecakes, a sua esposa Tillie disse-lhe que ele deveria dar-lhe o nome da sua filha, Sara Lee.

Os cheesecakes Sara Lee eram tão populares que, em 1950, Lubin renomeou a sua empresa Cozinhas da Sara Lee. Quando a sua empresa foi comprada pela Consolidated Foods, a empresa também se rebaptizou de Sara Lee Corporation.

A real Sara Lee Lubin nunca teve cargo de gerência na empresa, embora tenha aparecido como porta-voz em alguns dos anúncios. Hoje, a Sara Lee Lubin Schupf é uma philantrophist e dedica o seu tempo a apoiar o desenvolvimento das raparigas e das mulheres na ciência.

Logotipo Sara Lee

Logótipo SaraLee


Quaker Oats

Em 1877, Henry D. Seymour e William Heston fundaram uma fábrica em Ravenna, Ohio, e deram-lhe o nome de Quaker Mill. Há histórias conflituantes sobre a forma como o nome surgiu. Uma lenda conta que Seymour escolhera o nome depois de ler um artigo da enciclopédia dos Quakers:

“O nome foi escolhido quando Henry Seymour parceiro de William Heston encontrou um artigo da enciclopédia dos Quakers e decidiu que as qualidades descritas – integridade, honestidade, pureza – encaixavam na identidade necessária para o produto da sua empresa de aveia.”

Outra história diz que Heston estava a andar pelas ruas de Cincinnati, quando deparou com um retrato de William Penn, fundador da Pensilvânia e um famoso Quaker. Em qualquer dos casos, nesse ano a empresa registou o homem Quaker, descrito como “A figura de um homem em trajes Quaker.” Foi a primeira empresas de cereais a registar a marca comercial nos EUA.

O original Homem Quaker data de 1877 era um retrato de corpo inteiro de um Quaker segurando um pergaminho com a palavra “pure”. Em 1946, o designer gráfico Jim Nash criou um retrato só da cabeça a preto e branco do Homem Quaker a sorrir e, em 1957, Haddon Sundblom fez o retrato a cores. A última actualização do logótipo foi em 1972, quando Saul Bass criou o logo estilizado que ainda hoje aparece nas embalagens dos produtos Quaker Oats.

Logotipo Quaker

Logótipo Quaker


Gerber Baby

Em 1928, Frank Daniel Gerber e o seu filho Daniel Frank Gerber de Fremont Canning Company queriam promover o seu novo produto: alimento para bebés. A empresa tinha sido uma pequena indústria de conservas de ervilhas, feijão e frutas no Michigan rural. Daniel convenceu o pai a fabricar e vender comida para bebé (na altura preparar a comida para o bebé era uma tarefa tediosa de cozinhar e esmagar os alimentos).

Os Gerbers queriam um rosto de um bebé para marcar a sua comida nova para bebé, e realizou um concurso. Entre os muitos desenhos e pinturas apresentados (incluindo algumas pinturas a óleo elaboradas de retratos de um bebé) foi um esboço inacabado de carvão feito por Dorothy Hope Smith de Boston, o escolhido. Dorothy desenhou um bebé de cinco meses de idade com cabelos despenteados e olhos azuis brilhantes, usou o bebé do vizinho como modelo. Ela ofereceu-se para terminar o desenho, mas os juízes decidiram usá-lo como estava.

O bebé Gerber revelou-se tão popular que mais de uma década depois, a empresa mudou o nome para Gerber Products Company.

E quem era o original bebé Gerber? O seu nome é Ann Turner Cook, uma autora, com três livros publicados, e ex-professora do ensino médio da literatura Inglesa.

Logotipo Gerber

Logótipo Gerber


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